EMPRESAS INSATISFEITAS SE ADAPTAM MAIS RÁPIDO

O mundo empresarial sempre foi desafiado por enormes transformações econômicas e sociais. Relembrando Charles Darwin, que afirmou que a seleção natural faz com que as populações se tornem adaptadas, ou cada vez mais bem integradas a seus ambientes ao longo do tempo, isso também acontece no universo corporativo. Não tem como negar que empreender em tempos de incertezas e transformações constantes é uma demonstração clara de adaptação.

Diante disso, de qualquer forma podemos analisar o cenário atual como um cenário de sofrimento ou insatisfação e quem nos relevou isso foi Sidarta Gautama, o Buda, há mais de 2600 anos atrás. Ele observou que existia sofrimento na humanidade, que as pessoas muitas vezes viviam uma vida inteira de sofrimento. Mas, como encontrar a felicidade? O que fazer para sair desse estado de insatisfação?

Traçando um paralelo rápido, entre o que Sidarta Gautama observou e o que podemos ver hoje no mundo empresarial, percebe-se que existe uma forte ligação entre o que Buda afirma ser a solução para o mundo, encontrar a felicidade plena e real, e o que pode ser a solução para as empresas.

Se pensarmos que quem está sofrendo hoje são pessoas e que empresas são formadas por pessoas, essa correlação fica ainda mais evidente.

Voltando ao sofrimento empresarial que impacta grandes empresas no mundo inteiro. Por que isso ocorre? É uma característica apenas das empresas do séc. XXI? Dessa era de crescimentos exponenciais? Se pararmos para pensar, os líderes mais insatisfeitos foram responsáveis pelas moires transformações do mundo. Henry Ford, Steve Jobs, Thomaz Edson, entre tantos outros. Desse modo, é possível perceber que o sofrimento ou insatisfação vem da observação de que alguma coisa não está saindo como esperado. O desejo por inovação vem da observação de que não se está chegando aos resultados que se deseja. Da dificuldade de se criar algo que gere impacto na vida das pessoas, que realmente tenha o tal chamado “Propósito”.

O que fica muito óbvio como um caminho a ser seguido é a necessidade de investimento no desenvolvimento Humano e Organizacional, gerando melhores capacidades para os seus negócios através de pessoas melhores, ou como costumamos dizer, Pessoas Incríveis. Contribuindo com o tema, C. K. Prahalad e Gary Hamel publicaram, em 1990, “As competências centrais das corporações” persuadindo as empresas a focar sua estratégia não nos produtos ou mercados, mas na “aprendizagem coletiva da organização”. E é isso que todos nós, agentes transformadores, devemos fazer para que nossas empresas se adaptem ao cenário atual. Devemos observar com atenção nosso estado de insatisfação, mas, buscar as verdadeiras causas e acreditar que há como cessar esse sofrimento e que podemos ter diversos caminhos para isso, a única coisa que não podemos permitir em tempos de rápidas mudanças, é esperar que os problemas passem e continuar fazendo as mesmas coisas, nesse caso, dividiremos os créditos da frase do Ex. CEO da Nokia, Stephen Elop, na coletiva de imprensa que anunciava a venda da Nokia para a Microsoft em 2016, na ocasião terminou seu discurso dizendo “nós não fizemos nada errado, mas, de alguma forma perdemos.”


Fatal error: Call to undefined function beonepage_post_navigation() in /home/storage/7/38/bc/suryatec2/public_html/wp-content/themes/beonepage/single.php on line 33